quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
100 fatos sobre a cura
- 100 Fatos Sobre a Cura Divina
Muitos crêem que Deus às vezes cura os doentes, mas não têm conhecimento pessoal de Jesus sempre presente, e sempre neles para curar; não - têm conhecimento dos fatos que provam que a saúde do físico é uma parte da salvação de todas as pessoas. Presenciam a cura do próximo, mas duvidam que seja a vontade de Deus os curar a si mesmos. Aguardam uma revelação especial da vontade de Deus quanto a seu próprio caso, e nesse ínterim fazem tudo ao alcance da ciência humana para ficarem sãos; recorrem aos meios naturais, duvidosos se Deus os quer ou não curar. Se não fosse a vontade de Deus que ficassem sãos, não se deviam esforçar para ficar sãos, nem mesmo por meios NATURAIS. Se é a vontade de Deus que fiquem sãos, então é lógico dizer que a melhor maneira para restaurar a saúde deve ser por meios DIVINOS. A Bíblia revela a vontade de Deus quanto à cura do corpo tão claramente como revela a vontade de Deus quanto à salvação da alma. Não é necessário que Deus revele, de maneira especial, Sua vontade quando já revelou claramente a Sua vontade na Sua Palavra (isto é, quando Ele prometeu definidamente fazê-lo). Suas promessas de curar são tanto uma revelação da Sua vontade de curar como Suas promessas de salvar revelam Sua vontade de salvar. Um estudo esmerado das Escrituras, por qualquer pessoa sem preconceitos, mostrará claramente que Deus é tanto O que cura como é O que salva Seu povo. É sempre Sua vontade salvar e curar todos os que têm a vontade de 0 servir. Em prova disso, eis os seguintes 100 fatos: 1. A enfermidade não é mais natural que o pecado. Deus fez tudo "muito bom," Gên. 1.31. Portanto não devemos esperar o remédio no pecado nem na enfermidade, mas em Deus, que nos criou felizes, fortes, sadios e em comunhão com Ele. 2. O pecado e a enfermidade, entraram no mundo pela queda. Portanto devemos esperar a cura de ambos pelo Salvador. 3.. Quando Deus chamou Seus filhos do Egito, fez com eles uma aliança de cura, Ex. 15.26; 23.25. Através de toda a história deles, encontramo-los, quando caídos em enfermidades e pestilências, se voltando para Deus com arrependimento e confissão, e sempre, quando perdoados de seus pecados, suas enfermidades foram curadas. 4. Relata-se em Num. 21.8, como Deus curou aqueles que foram picados pelas serpentes ardentes, por fitarem a serpente de metal levantada sobre uma haste, que era um tipo do Calvário, João 3.14,15. Se "TODO" mordido, que olhou para a serpente de metal, foi curado, é lógico que 'TODO" enfermo que olha para Jesus será curado hoje. 5. Jesus disse: "COMO Moisés levantou a serpente no deserto, ASSIM (com o mesmo propósito) importa que o filho do homem seja levantado," João 3.14. Vede Números 24.4-9. 6. O povo tinha pecado contra Deus, e os homens têm pecado contra Deus hoje. 7. A mordedura venenosa das serpentes resultou na marte; o "salário do pecado é a morte" hoje, Rom. 6.23. 8. 0 povo clamou a Deus, e Ele ouviu seu clamor, provendo um remédio — a serpente levantada; aqueles que clamam a Deus, hoje, descobrem que Deus
tem ouvido seu clamor e provido para eles um remédio — Cristo levantado.. 9. 0 remédio era para "todo o mordido;" o remédio é para "todo aquele que nEle crê" hoje. 10. No remédio receberam os dois, o perdão dos pecados e a cura dos corpos; em Cristo, recebemos os dois, o perdão de nossos pecados, e a cura de nossos corpos enfermos hoje.. 11. Não havia exceções então — o remédio era para "todo o mordido," não há exceções hoje — nosso remédio é para "todo aquele que nEle crê." 12. Todos foram exortados a olharem para o remédio para si mesmos; todos são chamados a crerem em Cristo para si hoje. 13. Não precisavam rogar a Deus, nem Lhe levar oferta. Havia apenas uma condição: "olhar". Não precisamos rogar a Cristo nem Lhe levar oferta hoje. Há apenas uma condição: "crer". 14. Não foram ordenados a olhar para Moisés, mas antes para o remédio; não somos ordenados a olhar para o pregador, mas antes para Cristo, hoje. 15. Não tinham de olhar para os efeitos das mordeduras das serpentes, mas para o remédio; não temos de olhar para os sintomas de nossos pecados e enfermidades hoje, mas para o remédio — Cristo. 16. "Será que viverá TODO o mordido que olhar para ela" — foi a promessa a TODOS, sem exceção; "TODO aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna" — é a promessa a TODOS hoje, sem exceção. 17. Desde que essa maldição foi retirada quando o "tipo" do Calvário foi levantado, nossa maldição foi certamente removida pelo próprio Calvário, Gál. 3.13. 18. O "tipo" do Calvário não significava mais para os israelitas de então, do que o Calvário significa para nós hoje. Podemos, certamente, receber pelo próprio Calvário as bênçãos que eles receberam por intermédio daquilo que era apenas um "tipo" do Calvário. 19. No Salmo 91, Deus promete amparo tanto para os nossos corpos como para as nossas almas, se permanecermos nEle. No Novo Testamento, João "acima de tudo faz votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma," III João 2. Estas Escrituras mostram que é a vontade de Deus que sejamos sadios no corpo tanto como na alma. Nunca é a vontade de Deus que nossa alma esteja enferma. 20. Em II Crôn. 16, relata-se como Asa morreu de sua enfermidade, porque "não buscou ao Senhor, mas antes aos médicos," enquanto em Isa. 38, diz que Ezequias viveu, .porque buscou não aos médicos mas ao Senhor. 21. Em Isaías 53 a libertação de nossas enfermidades está incluída na libertação de nossos pecados. A palavra "levou" indica substituição — sofrendo POR, não compaixão — sofrendo COM. Se Cristo levou NOSSAS enfermidades, por que devemos nós levá-las? 22. Em Mat. 8.16,17, Cristo cumpriu as palavras de Isaías, "curando TODOS OS QUE ESTAVAM ENFERMOS." 23. Em Jó 2.7, revela-se a enfermidade como vinda diretamente de Satanás: "Saiu Satanás e feriu a Jó duma chaga maligna, desde a planta do pé até
ao alto da cabeça." Jó mantinha firme a sua fé, clamando a Deus, pedindo libertação, e foi curado. Vede Jó 42.10,12. 24. Em Lucas 13.16, Cristo declarou que a mulher enferma estava presa por Satanás e que convinha soltá-la. 25. Em Mat. 12.22, um demônio que possuía um homem era a causa de ele ser cego e mudo. Quando o demônio foi expulso, o homem podia ver e falar. 26. Em Marcos 9.17-26, um demônio era a causa de um menino ser surdo e mudo e, também, a causa de suas convulsões. Quando o demônio foi expulso, o menino foi curado. 27. Em Atos 10.38 está escrito: "Jesus de Nazaré. . . andou . . .. curando a TODOS os oprimidos do diabo." Esta Escritura mostra que a enfermidade é a opressão de Satanás. 28. Em I João 3.8, diz que "o Filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do diabo." A enfermidade é uma parte das obras de Satanás. Cristo, no Seu ministério, sempre tratava o pecado, as doenças e os demônios da mesma maneira; todos eram detestáveis diante de Seus olhos; Ele reprovou todos eles; Ele se manifestou para os destruir a todos. 29. Ele não quer que as obras do diabo permaneçam em nossos corpos físicos. Ele veio para isto, destruir as obras do diabo. Ele não quer que um câncer, uma praga, uma maldição, "obras do diabo," existam nos Seus próprios membros. "Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo?" I Cor. 6.15. 30. Jesus disse: "O Filho do homem não veio para destruir as almas (vidas) dos homens, mas para salvá-las," Lucas 9-56. A enfermidade destrói, portanto não é de Deus, Cristo veio para nos "salvar" (Sozo, no grego significa libertar, salvar B e conservar, curar, dar-nos vida, fazer-nos sãos), mas nunca Para nos destruir.. 31. Disse Jesus: "O ladrão (referindo-se a Satanás) não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância," João 10.10. 32. Satanás é um matador, suas doenças são as destruidoras da vida; suas enfermidades são as roubadoras da felicidade, da saúde, do dinheiro, do tempo e dos esforços. Cristo veio para nos dar vida abundante em nossas almas, e em nossos corpos. 33. II Cor. 4.10,11, promete-nos "a vida de Jesus" em "nossos corpos." 34. Em Romanos 8.10, ensina-nos que a obra do Espírito é a de vivificar os nossos corpos mortais nesta vida. 35. A obra de Satanás é a de matar; a de Cristo é de dar vida. 36. Satanás é mau; Deus é bom. As coisas más vêm de Satanás; as coisas boas vêm de Deus. 37. A enfermidade portanto é de Satanás; a saúde é portanto de Deus. 38. Toda a autoridade e todo o poder sobre demônios e doenças foram dados a todos os discípulos de Cristo, Mat. 10.1; Mar. 16.17 e Luc. 10.19. Desde que Jesus disse: "Se vós permanecerdes na Minha Palavra, verdadeiramente sereis Meus discípulos" (João 8.31), então estas Escrituras pertencem a ti, isto é, se permaneceres na (se concretizares) Sua Palavra.
39. O direito de orar e receber a resposta é dado a todos os que crêem, João 14.13,14. "Se pedirdes alguma coisa em Meu Nome Eu o farei." Isto, logicamente, se pedirmos a cura, quando enfermos. 40. "TODO o que pede recebe," Mat. 7.7-11. Esta promessa é para TI. Ela inclui TODOS os enfermos. 41. O ministério da cura foi dado aos setenta, que representam os obreiros futuros da Igreja, Lucas 10.1,9,19. 42. Em Marcos 16.17, este ministério foi dado a todos "os que crerem" no Evangelho; isto é, a todos os que agem segundo o Evangelho, que são "cumpridores da Palavra," que são "praticantes da Palavra." 43. Tiago 5.14. Os presbíteros da Igreja foram incumbidos disso. 44. I Cor. 12.9,10. Isso foi outorgado a toda a Igreja, como um de seus ministérios e dons, até que Jesus venha. 45. Jesus nunca comissionou alguém para pregar o Evangelho sem o mandar curar os enfermos. Ele disse: "Em qualquer cidade em que entrardes . . . curai os enfermos que nela houver," Lucas 10.8,9. Este mandamento ainda está em vigor no ministério verdadeiro hoje. 46. Jesus disse que continuaria Suas mesmas obras por meio dos que crêem, enquanto Ele estiver com o Pai: "Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em Mim também fará as obras que Eu faço, e as fará maiores do que estas; porque Eu vou para Meu Pai," João 14.12. Isso certamente INCLUI a cura dos enfermos. 47. Na Ceia do Senhor, bebe-se do cálice "em memória" de Seu sangue que foi derramado pela remissão de nossos pecados (I Cor. 11.25); come-se o pão "em memória" de Seu corpo no qual foram colocadas as nossas doenças e as pisaduras pelas quais "fomos sarados," I Cor. 11.23,24; Isa. 53.5. 48. Marcos 7.13. Jesus disse que certos mestres invalidaram a Palavra de Deus pela tradição. As idéias e opiniões dos homens através dos séculos têm impedido a divulgação e a concretização da parte do Evangelho que trata da cura, como era na Igreja primitiva. 49. UMA DAS TRADIÇÕES é que Deus quer que alguns de Seus filhos sofram enfermidades e que portanto, muitos enfermos não são curados em resposta às orações porque não é a Sua vontade de os curar. Quando Jesus curou o menino possesso de um demônio (Mar. 9), que os discípulos não podiam curar (v. 19), Ele provou que é a vontade de Deus curar mesmo aqueles que falham em receber a cura; ainda mais, Jesus declarou que o fracasso dos discípulos em curar o menino, não foi a falta de vontade de Deus, mas por causa da "incredulidade" dos discípulos, Mat. 17.19,20. 50. O fracasso de muitos hoje em ficar curados em resposta às orações nunca é porque Deus não os quer curar. 51. Se a enfermidade fosse a vontade de Deus, todos os médicos seriam transgressores da lei, todos os enfermeiros seriam desafiadores do TodoPoderoso, e todos os hospitais seriam casas de rebelião em vez de casas de misericórdia! 52. Desde que Cristo veio para fazer a vontade do Pai, o feto que Ele "CUROU A TODOS" é a prova que é a vontade de Deus que TODOS sejam
curados. 53. Se não é a vontade de Deus que TODOS sejam curados, como foi então que "TODOS" nas "multidões" obtiveram de Cristo aquilo que não era a vontade de Deus que alguns recebessem? O Evangelho diz que "Ele curou a todos." 54. Se não é a vontade de Deus que TODOS sejam curados, por que as Escrituras declaram: "Pelas Suas pisaduras FOMOS sarados" (Isa. 53.5) e: "Pelas Suas feridas fostes sarados?" I Ped. 2.24. Por que "fomos sarados" e "fostes sarados" se é a vontade de Deus que alguns de nós permaneçamos enfermos? 55. Cristo sempre aceitava aqueles que procuravam Sua cura. Os Evangelhos dizem-nos repetidamente, que Ele curou a TODOS. O Cristo que cura nunca mudou. 56. Uma única pessoa em toda a Bíblia pediu a cura dizendo: "Se quiseres." Isso foi o pobre leproso, a quem Jesus respondeu imediatamente: "QUERO; sê limpo," Marcos 1.40,41. 57. É OUTRA TRADIÇÃO que podemos glorificar a Deus mais pela paciência na enfermidade do que pela cura.. Se a enfermidade glorifica a Deus, mais do que a cura, então qualquer esforço para ficar são por meios naturais ou divinos seria esforço para roubar a Deus a glória que Lhe devemos desejar render. 58. Se a enfermidade glorificasse a Deus, seria melhor desejar ser enfermo do que ter saúde. 59. Se a enfermidade glorifica a Deus, Jesus roubava ao Pai toda a glória que podia, curando a TODOS (Lucas 4.40); e o Espírito Santo continuava a fazer o mesmo através dos tempos, conforme se relata no livro de Atos dos Apóstolos. 60. Paulo diz: "Fostes comprados por bom preço; glori-ficai pois a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus," I Cor. 6.20. 61. Ambos, o nosso corpo e o nosso espírito, foram comprados por um preço. Temos de glorificar a Deus em ambos. 62.. Não glorificamos a Deus em nosso "espírito" permanecendo em pecado; nem glorificamos a Deus em nosso "corpo", se permanecer enfermo. 63. Cita-se João 11.4 para provar que a enfermidade glorifica a Deus, mas Deus não foi glorificado neste caso, enquanto Lázaro não foi ressuscitado da morte, com o resultado que "muitos dos judeus. . . que tinham visto o que Jesus fizera, creram nEle," v. 45. 64. UMA OUTRA TRADIÇÃO é que, enquanto Deus cura alguns, não é Sua vontade curar TODOS. Mas Jesus, que veio para fazer a vontade do Pai, de fato "curou a todos." 65. Se a cura não é para todos, por que levou Jesus "nossas" enfermidades, "nossas" dores, e "nossas" doenças? Se Deus queria que alguns de Seus filhos sofressem, então Jesus nos isentou de levar algo que Deus queria que levássemos. Mas desde que Jesus veio para "fazer a vontade do Pai," e desde que Ele "levou NOSSAS doenças" deve ser a vontade de Deus que TODOS tenham saúde. 66. Se não é a vontade de Deus que TODOS sejam curados, então a promessa de Deus curar não é para todos; isso significaria que a Fé (NÂO) vem
pelo ouvir... a Palavra de Deus (somente)," mas por uma revelação especial que Deus te quer favorecer e te curar. 67. Se as promessas de Deus de curar não são para TODOS, isto quer dizer que não podemos saber da vontade de Deus, apenas lendo a Sua Palavra; que temos de orar até Ele nos falar diretamente em particular e em cada caso. Isso quer dizer que temos de fechar nossas Bíblias e orar pedindo uma revelação direta de Deus para saber se é Sua vontade curar, cada vez. Isso significaria virtualmente que não podíamos considerar a Palavra de Deus como a nós dirigida pessoalmente. Seria um absurdo! A PALAVRA de Deus é para TODOS! 68. A Palavra de Deus é a Sua vontade! As promessas de Deus revelam Sua vontade! Quando lemos o que Ele promete fazer, sabemos então o que é Sua vontade fazer. 69. Desde que está escrito: "A fé é pelo ouvir... a Palavra de Deus," então a melhor maneira de edificar a fé em nosso coração que Deus nos quer curar é ouvir a parte da Palavra de Deus que promete nossa cura. 70. A fé para a cura espiritual "é pelo ouvir" o Evangelho — Ele "levou nossos pecados;" a fé para a cura do físico "é pelo ouvir" o Evangelho — Ele "levou nossas doenças." 71. Portanto temos de "pregar o Evangelho (que Ele levou nossas doenças) a toda a criatura;" e temos de "pregar o Evangelho (que Ele levou nossas enfermidades) a toda a criatura." 72. Em João 14.12-14, Cristo enfatiza Sua promessa "Se pedirdes alguma coisa em Meu Nome, Eu o farei," repetindo-a duas vezes. Ele não excluiu a cura desta promessa. "Alguma coisa" inclui a cura. Esta promessa é para TODOS. 73. Se a cura não é para TODOS, Cristo devia qualificar Sua promessa em Marcos 11.24, e dizer: "Tudo quanto (A NÀO SER A CURA) em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco." Mas Ele não o disse. A cura, portanto, está incluída em "tudo quanto." Esta promessa é para TI. 74. Se não é a vontade de Deus curar TODOS, a promessa de João 15.7 não seria digna de confiança, quando Jesus disse: "Se vós estiverdes em Mim, e as Minhas Palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito." 75. Lemos em Tiago 5.14,15: "Está ALGUÉM entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará." Esta promessa é para todos, inclusive Tu, se estiveres doente. 76. Se Deus tivesse abandonado a cura em resposta à oração em favor da cura somente pela ciência médica, como os mestres modernistas alegam, significaria que Ele requeria de nós num método menos bem sucedido durante uma dispensação "melhor." "Curou a TODOS" então, mas hoje muitas doenças são incuráveis pela ciência médica. 77. Paulo diz-nos que Deus quer que sejamos "preparados para toda a boa obra" (II Tm. 2.21), "perfeitamente instruído para toda a boa obra" (II Tm. 3.17), aperfeiçoados "em toda a boa obra" (Heb. 13.21), e abundemos "em toda a boa obra," II Cor. 9.8. Os enfermos não podem cumprir a medida destas
Escrituras. Essas condições seriam impossíveis se a cura não fosse para TODOS. Ou a cura não é para TODOS, ou essas Escrituras não têm aplicação a TODOS. 78. A cura divina no Novo Testamento se chama uma "misericórdia" ou benignidade, e era Sua benignidade que o comovia a curar TODOS os enfermos. Sua promessa é: "Ele "é abundante em benignidade para com TODOS os que 0 invocam," Salmo 86.5. Isso TE inclui hoje. 79. Isaías 53.4. "Verdadeiramente (certamente) Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre Si." Para provar que nossas enfermidades foram levadas, mesmo como foi levado nosso pecado, o verbo "tomou" do versículo 4, é traduzido da mesma palavra no original como a palavra "levou" no versículo 11. 80. Cristo foi feito pecado por nós" (II Cor. 5.21) "levando Ele mesmo em Seu corpo os nossos pecados" (I Ped. 2.24); Ele se fez "maldição por nós" (Gál. 3.13) quando "levou as nossas doenças," Mat. 8.17. 81. Desde que Cristo "levou NOSSOS pecados," quantas pessoas Ele quer perdoar? Resposta: "Todo aquele que nEle crê." Desde que Cristo "levou as NOSSAS enfermidades," quantas pessoas Ele quer curar? Resposta: "Ele curou a todos." 82. UMA OUTRA TRADIÇÃO é que se somos justos, devemos esperar enfermidades como uma parte de nossas vidas. Cita-se a Escritura: "Muitas são as aflições do justo" (Salmo 34.19), mas isso não quer dizer "enfermidades" como alguns pensam. Quer dizer provações, trabalhos, perseguições, tentações etc, mas nunca enfermidade ou doença. 83. Seria uma contradição dizer que Cristo levou NOSSAS enfermidades, e pelas Suas pisaduras (NÔS) fomos sarados, e então acrescentar: "Muitas são as enfermidades do justo," que Ele nos obriga a levar. 84. Para provar essa tradição, cita-se, às vezes, "E o Deus de toda a graça, que em Cristo Jesus vos chamou à Sua eterna glória, depois de haverdes PADECIDO um pouco, Ele mesmo vos aperfeiçoará, confirmará, fortificará e fortalecerá," I Pedro 5.10. Este padecimento não se refere ao padecimento da enfermidade, mas às muitas maneiras em que o povo de Deus tinha, muitas vezes, de sofrer por seu testemunho. Vede Atos 5.14; II Cor. 12. 85. UMA OUTRA TRADIÇÃO é que não devemos espe-w a cura por certas "aflições." Cita-se a Escritura: "Está alguém entre vós aflito? Ore," Tiago 5.13. Outra vez isso não e refere à enfermidade, mas as mesmas coisas designadas sob o número 82 acima. 86. AINDA UMA OUTRA TRADIÇÃO é que Deus castiga Seus filhos com enfermidades. Cita-se Heb. 12.6-8: "O Senhor corrige o que ama." Deus, por certo, corrige o que ama, mas a Escritura não diz que Ele os torna enfermos. A palavra neste versículo quer dizer, "ensinar, treinar, disciplinar, instruir, educar;" como o mestre "ensina" o aluno, ou o pai ensina seu filho. 87. Quando o mestre "instrui" seu aluno, pode usar várias formas de disciplina, mas nunca a enfermidade. Quando o pai "ensina" seu filho, pode corrigi-lo por várias maneiras mas nunca por meio de enfermidade do físico. E nosso Pai celestial nos pode "corrigir" sem nos impor uma enfermidade. Nossas enfermidades foram colocadas sobre Cristo. Deus não pode obrigar-nos a
suportar, como castigo, o que Jesus, como nosso Substituto, levou POR NOS. O sacrifício de Cristo livrou-nos para todo o sempre da maldição do pecado e da doença que ele levou por nós. 88. A TRADIÇÃO MAIS COMUM é a declaração monótona que "já se passou a época de milagres." Se isso fosse verdade, haveria ausência total de milagres; apenas um milagre provaria que "a época de milagres não se passou." 89. Se já se passou a época de milagres, não haveria mais renascimento, pois o NOVO NASCIMENTO é o maior milagre do mundo. 90. Se já se passou a época dos milagres, como alguns dirigentes, sem visão, declaram, então toda prova técnica em centenas de laboratórios do mundo, acerca de inumeráveis casos de curas milagrosas, é falsa, e as promessas de Deus fazer tais coisas não são para hoje. 91. Ninguém pode declarar que se já passou a época de milagres sem negar a necessidade, o privilégio e os benefícios da oração. Se Deus responder à oração, quer seja o pedido de um selo do correio, quer seja a cura dum coxo, é um milagre. Se a oração traz uma resposta, essa resposta é um milagre. Se não há mi/agre algum, então não há razão para ter fé. Se nãc há milagre algum, então a oração é vã — somente a ignorância levaria um homem a orar ou a aguardar uma resposta. Deus não pode responder à oração sem fazer milagre. Se oramos devemos esperar resposta à oração. Se a oração tem resposta foi Deus que ouviu e respondeu, fazendo uma coisa sobrenatural. Isso é milagre. Negar que há milagre hoje é zombar da oração hoje. 92. A época dos milagres não se passou, porque Aquele que faz milagres não mudou. "Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente," Heb. 13.8. 93. Jesus, quando enviou Seus discípulos para pregar o Evangelho, disse-lhes: "Estes sinais (sobrenaturais) seguirão aos que crêem." Isso era para "toda a criatura," para "todas as nações," até a consumação dos séculos." Não chegamos ainda a consumação dos séculos, portanto não se passou ainda a época dos milagres. A comissão de Cristo nunca foi retirada nem abrogada. 94. A promessa de Cristo para a alma —"será salva" — é uma parte da grande comissão, e é para TODOS; igualmente Sua promessa para o corpo — "curarão" — é uma parte da grande comissão e é para TODOS. Negar que uma parte da grande comissão é para nós hoje, é negar que a outra parte é para nós hoje. Enquanto a grande comissão estiver em vigor, pecadores se curarão espiritualmente, e enfermos curar-se-ão fisicamente, crendo no Evangelho. Muitos milhares de pessoas sinceras em toda parte do mundo estão recebendo os benefícios tanto para a cura do físico como para a cura espiritual, por meio de sua fé simples nas promessas de Deus. 95 Cristo levou TEUS pecados para que TU possas ter perdão; a vida eterna é TUA. Torna em realidade essa bênção, confessando-a pela fé, e Deus a tornará em realidade na tua vida. 96. Cristo levou TUAS doenças para que TU possas ser curado; a saúde divina é TUA. Torna em realidade essa bênção, confessando-a pela fé, e Deus a manifestará no teu corpo. 97. A cura, mesmo como todos os dons redentores, deve-se recebersomente por fé simples, sem meios naturais, e ao recebê-la, deve ser consagrada somente ao serviço e à glória de Cristo. 98. Desde que Romanos 8.32 é verdade hoje, Deus está tão pronto para curar os que O adoram como para perdoar I Seus inimigos. Isto é, se quando eras um pecador. Deus queria B Perdoar-te, agora, sendo Seu filho, Ele quer curar-te. Se Ele tinha misericórdia para te perdoar quando eras Seu inimigo, Ele tem misericórdia para te curar, sendo agora o adorador dEle. 99. O pecador tem de aceitar a promessa de Deus como verdade e crer que está perdoado, antes de sentir a alegria da cura espiritual; o enfermo tem de aceitar a promessa de Deus como verdade e crer que está curado, antes de sentir a alegria da cura do físico. 100. "A todos quantos (pecadores) O receberam . . . nasceram ... de Deus" (João 1.12,13); e "todos os (enfermos) que lhe tocavam saravam," Marcos 6.56. Quando pregamos que é sempre a vontade de Deus nos curar, surge imediatamente a objeção: "Como, então, poderíamos morrer? " A Palavra de Deus diz: "Se lhes tiras a respiração, morrem, e voltam para o seu pó," Salmo 104.29.. Lê-se em Jó 5.26: "Na velhice virás à sepultura, como se recolhe o feixe de trigo a seu tempo." Para completarmos a nossa carreira desta vida, para Deus nos tirar a respiração, Ele não precisa de usar um câncer ou qualquer outra doença. A vontade de Deus acerca da morte de Seus filhos (ou o que os homens chamam morte), é que, depois de viver uma vida frutífera, cumprindo o número de dias, que eles simplesmente cessem de respirar e adormeçam em Cristo, para acordarem no outro lado e viver com Ele para sempre.. "Assim estaremos sempre com o Senhor." Isso, de fato, é a esperança bendita dos justos. Deus diz: "Pois que tão encarecidamente Me amou, também Eu o livrarei; pô-lo-eí"num alto retiro, porque conheceu o Meu nome. Ele Me invocará, e Eu lhe responderei; estarei com ele na angústia, livrá-lo-ei, e o glorificarei. Dar-Iheei abundância de dias, e lhe mostrarei a Minha salvação," Salmo 91.14-16. ISTO E REAL... SERA QUE E O BASTANTE PARA CRER NA CURA EM NOSSOS DIAS, TENHA FÉ! ACREDITE
fcaluvas@yahoo.com.br entre em contato e fale o seu testemunho após colocar estas verdades em prática. DEUS E FIEL EV. FRANCISCO CARLOS